O que nós temos em comum?

Uma sede insaciável de viajar o mundo!

Juntosnomundo é um projeto criado com o intuito de blog de viagem. A animação foi tão grande que tornamos nossa casa uma biblioteca maior para vocês. Seja para os que querem só se aventurar com nossos depoimentos, ou para aqueles que estão se preparando para sua próxima viagem.

Somos a favor de viagens solo, viagens românticas, viagens em grupo, viagens sem destino, mas acima de tudo somos a favor de viagens vividas. Nada melhor que fazer sua mala, respirar fundo e viajar JUNTOSnoMUNDO.
Vamos sempre estar atualizando várias dicas dos locais que visitamos, pareceres pessoais e imparciais.

Contamos com dicas de correspondentes locais de alguns pontos do mundo, que sempre estarão postando alguma curiosidade local; e abrimos margem para amigos se disponibilizarem como guias locais para pessoas que gostam de ter alguém para mostrar seu destino. O JuntosnoMundo também deixa uma área para sua dica, onde não garantimos a satisfação, mas garantimos que quem postou foi muito feliz naquele momento.

JuntosnoMundo quer ultrapassar as barreiras, deixando você mais encorajado para sair da frente da tela e viajar. Estaremos mostrando o turismo tradicional, e aventurando em um turismo nativo.

Estaremos sempre a disposição para tirar dúvidas, pesquisar juntos, e testemunhar nossas aventuras JuntosnoMundo.

 

Um abraço de @glaucoqueiroz e @marlonqferreira.

Não encontrou algum destino? Entre em contato.

Nos dê uma dica do próximo destino, e vamos JuntosnoMundo conhecer cada canto do globo.

“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver” – Amyr Klink